O Mazda Savanna RX‑7 1989 marcou uma virada na segunda geração do RX‑7, trazendo atualizações visuais, melhorias técnicas e consolidando seu status como ícone JDM, algo que hoje se reflete fortemente no colecionismo diecast 1:64.
Conhecido no Japão pela designação FC3S, representa uma das fases mais marcantes da evolução do esportivo rotativo da Mazda. Lançado como parte da segunda geração do RX‑7, o modelo recebeu em abril de 1989 um facelift que atualizou para-choques, lanternas traseiras, painel e bancos, além de reorganizar a linha de versões.
A segunda geração do RX‑7 surgiu em 1985, trazendo suspensão traseira independente e o sistema Dynamic Tracking Suspension System (DTSS), que simulava esterçamento das rodas traseiras em curvas de alta carga, um dos diferenciais técnicos mais celebrados do modelo.
No Japão, o RX‑7 era vendido como Savanna RX‑7, com foco em versões turbo. Em 1989, a linha incluía versões como GT‑X, GT‑R, GT‑Limited e edições especiais. O motor rotativo 13B, de 1.308 cc, entregava até 205 cavalos a 6.500 rpm e torque de 275 Nm a 3.500 rpm, dependendo da configuração.
Características técnicas do Savanna RX-7
O modelo 1989, especialmente na versão GT‑R, trazia:
- Motor 13B turbo
- 205 cavalos e 275 Nm
- Tração traseira
- Câmbio manual de 5 marchas
- Peso aproximado de 1.250 kg
Essas especificações ajudaram o RX‑7 FC a se tornar um dos esportivos japoneses mais equilibrados da época, combinando leveza, potência e dirigibilidade refinada.
A combinação de história rica, design atemporal e forte presença na cultura automotiva japonesa faz do RX‑7 1989 um dos carros mais celebrados no colecionismo em escala 1:64.